Lista de políticos do Brasil que apoiam o presidente da Venezuela maduro

Checked on January 7, 2026
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Executive summary

O apoio a Nicolás Maduro no Brasil é concentrado sobretudo nas lideranças de partidos da esquerda institucional — especialmente setores do PT, além de declarações formais vindas de PSOL, PCdoB e PDT em momentos-chave — enquanto a ampla maioria do espectro político brasileiro, especialmente a direita e parte da própria centro‑esquerda, se distancia ou condena o regime venezuelano [1] [2] [3]. A lista pública e verificável de políticos brasileiros que explicitamente apoiaram Maduro inclui cadeiras partidárias e dirigentes nominais como Gleisi Hoffmann (PT) e as instâncias nacionais que divulgavam notas de solidariedade, mas jornais e órgãos oficiais mostram recuos e divergências internas desde 2023–2024, o que limita uma lista fechada e permanente [1] [2] [3].

1. Quem, institucionalmente, declarou apoio a Maduro

O PT, em sua direção nacional, divulgou notas públicas de “apoio e solidariedade ao presidente Maduro” em momentos de crise política na Venezuela — uma posição assinada pelo comando partidário e mencionada publicamente por sua presidente, Gleisi Hoffmann — e as resoluções partidárias foram citadas por veículos como Época e pela própria legenda em comunicados institucionais [1] [2]. Relatos de imprensa apontam que, historicamente, PCdoB e PDT também assinaram resoluções conjuntas de solidariedade à “revolução bolivariana” em encontros regionais, formando um bloco de cúpulas partidárias que, ao menos até 2023, adotava postura de defesa do governo venezuelano frente à oposição doméstica e a pressões externas [1].

2. Líderes individuais identificados nas fontes

Além da referência explícita a Gleisi Hoffmann como porta‑voz do posicionamento do PT, as fontes documentam que o comando nacional do PT e instâncias executivas do PSOL e de partidos da esquerda assinaram notas e comunicados em defesa de Maduro em episódios específicos; essas assinaturas e declarações são as evidências públicas hoje atribuíveis a “políticos brasileiros” que apoiaram Maduro [1] [2]. A cobertura também registra que líderes do governo e da diplomacia brasileira adotaram, em fóruns multilaterais como a OEA, postura contrária a intervenções externas contra Maduro — posicionamento do Itamaraty e do governo que foi interpretado por muitos meios como defesa da soberania venezuelana diante de ações estrangeiras [4].

3. Mudança de contexto: recuos e distinções após 2023–2024

A solidariedade formal de setores da esquerda brasileira sofreu desgaste e recuos públicos a partir de 2023 e especialmente após as controvérsias em torno das eleições venezuelanas de 2024, quando elementos da própria base de partidos como PT e PSOL passaram a evitar declarações públicas em defesa irrestrita de Maduro; reportagens apontam que a esquerda “recua e evita defesa de Maduro” diante de críticas nas redes e embaraços eleitorais [3]. Isso significa que o apoio não é monolítico nem necessariamente contínuo: nomes e estruturas que apoiaram Maduro em 2017–2023 podem ter adotado posições diferentes a partir de 2024 [1] [3].

4. Quem se posicionou contra e o efeito no balanço político

A direita brasileira e setores da oposição celebraram ações contra Maduro e responsabilizaram o petismo por ter se aproximado do chavismo, citando inclusive o presidente Lula em manchetes críticas, ao mesmo tempo em que senadores e deputados se dividiram em declarações no Senado e na imprensa; a imprensa registrou membros do centrão e da direita comemorando a captura de Maduro anunciada pelos EUA, enquanto governistas no Congresso denunciaram violação de soberania [5] [6] [7]. Esse contraponto evidencia que o apoio público a Maduro no Brasil é tanto político‑partidário quanto simbólico e sujeito a instrumentalização eleitoral e midiática [8] [3].

5. Limitações da lista e do registro público

As fontes compiladas documentam apoios institucionais (resoluções partidárias, notas oficiais) e alguns nomes — por exemplo Gleisi Hoffmann e as instâncias executivas do PT e de outros partidos de esquerda [1] [2] — mas não fornecem um rol exaustivo e atualizado de todos os políticos brasileiros que, individualmente, apoiam Maduro hoje; por isso, qualquer “lista” que afirme cobrir todos os apoiadores seria além do que as fontes permitem afirmar com precisão. As posições também variaram com os eventos de 2024–2026, e as fontes indicam recuos e divergências internas [3] [4].

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